A movimentação técnica em Chicago mantém a oleaginosa em faixa estável à espera de dados mais fortes
A demanda aquecida pela soja, a partir dos dados dos Estados Unidos, está mantendo o fôlego comedido em Chicago nesta manhã de terça (17).
Também as estimativas de exportações brasileiras para este mês ajudam, enquanto não entrou no radar a divisão climática, entre o Sul muito molhado e o Centro-Oeste ainda pelejando para engatar o plantio de vez.
Ontem, o Nopa, entidade americana dos processadores relatou aumento do esmagamento, além de refletir uma baixa considerável nos estoques de óleo.
As inspeções de exportações na semana passada igualmente resultaram em progresso.
O relatório sobre o andamento da colheita no país, lançado ontem depois do fechamento do mercado, deram que o avanço é consistente.
Nessa quadra das 9h25 (Brasília), o dezembro em Chicago está buscando mais 0,40%, a US$ 12,91, e o maio em em torno disso, US$ 13,36.
